Preso mas letras
Sem lhes saber o sentido
Elejo-me poeta, sem conhecimento
As palavras são poucas, as que me saem
Quem me dera saber, poder dizer
De uma forma composta de conhecimento
Quem sou, o que quero e para onde vou
A quem engano, a mim somente
Mas por detrás dessas cortinas,
Do não saber, reza a vontade do querer
Pois a única coisa que me basta
Em luta com o que me contrasta.
Vou meu caminho contente
Resplandecente de mãos nos bolsos
E mal falado
Que importa o que dizem, não há neste mundo
Nada mais importante que a vontade
Mesmo que tarde.
Por Luis Filipe
Por Luis Filipe
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